1 Sarau Poético de Santa Bárbara


Programa no ar

29 de agosto a 04 setembro




















E aí galera!!!!!

O programa dessa semana está no ar!

Confiram!!!

Bloco 01 - Músicos Mineiros

Seu Olhar - Marina Machado
Do Brasil - Vander Lee
Felicidade - Clara Nunes
Galope Rasante - Ceumar
Se você disser que sim - Celso Pennini

Bloco 02 - Clube da Esquina

Voa, Bicho - Os Borges
Pilar - Toninho Horta
Princesa - Flávio Venturini
A página do relâmpago elétrico - Beto Guedes

Bloco 03 - Minas Independente

A calma da alma - Concreto
Bem aqui - Íris de seda
Outro modo - Graveola e o lixo polifónico
O caminho - Bruno Grossi
Look around you - Jey
... - Dia vazio

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Programa da semana 22 de agosto


E aí galera, tá no ar o novo programa da semana. Espero que gostem da seleção de músicas especial para vocês.

Confiram!!!

Bloco 01 - Músicos Mineiros

8 Estórias - Ana Carolina
Sutilmente - Skank
A hora da estrela - Pato Fu
Vem andar comigo - Jota Quest
Brasileiro - Wilson Sideral

Bloco 02 - Público Também Canta

Luz negra - Fernanda Takai
O que é o baião - Amaranto e Marina Machado
Pedras Rolando - Beto Guedes
Dois Rios - Lô Borges
Samba do Avião - Milton Nasimento e Trio Jobim

Bloco 03 - Minas Independente

A volta dos mutantes do pântano - Doroth
A sétima canção - Antenafobia
O Chão está quente - Inflamável
Destino - Somba
Threat Detect - The Hell´s Kitchen Project
Vire o disco - Cumbaquê
In your eyes I see the heaven - Sweet Cats


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Projeto Apareça 22 de agosto

Projeto Apareça

Sábado dia 22 de agosto acontece o re-lançamento do Projeto Apareça com exposição de gravuras em serigrafia da designer Renata Polastri. Além disso teremos o lançamento da Revista Zupi #14 com exclusividade em Belo Horizonte. O evento acontecerá das 14h às 18h.

A Exposição vai de 17 de agosto à 9 de setembro.
Local:
Quina Galeria
End.: Edifício Maletta Slj 06 - Centro
Entrada franca

"Recordar é viver" – coleções pessoais impressas a 03 cores.Um acúmulo de memórias desejadas mas nem sempre vividas que pateticamente o tempo e a cabeça passam a confundir. Engano e melancolia em um grande formato de quase vazio.

Programa da semana 15 de agosto

E aí galera, em homenagem ao Festejo do Tambor Mineiro, veiculamos o programa especial com Maurício Tizumba.

Aproveitem!!!







Programa de 01 de agosto


:: Programa da Semana ::

Bloco 01 - Músicos Mineiros

Acontecência - Claudio Nucci
Änima - Milton Nascimento
Paisagem na Janela - Lô Borges
Maria Solidária - Beto Guedes
Branca de Lua - Zé Beto e Bartolomeu Mendonça

Bloco 02 - Intérpretes

Bola de Meia, Bola de Gude - 14 Bis
Linda Juventude - Flávio Venturini
Menino da Porteira - Claudio Nucci
Pra ela passar - Regina Spósito
Secador Maçã e Lente - Marina Machado

Bloco 03 - O público também canta

Todo azul do mar - Flávio venturini
Vestido Estampado - Ana Carolina
Tiro ao Álvaro - Fernanda Takai,, Karnak e Molejo

Bloco 04 - Minas Independente

Terra - Bruno Grossi
Sonhos e afins - Cinza
Tudo possui um lugar - Constantina
Dois - Mordeorabo
Car noises and sleeping pills - Multisofa


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Trilhas de minas - 18 de julho de 2009

E aí galera, está no ar o programa da semana. Uma seleção especial para vocês!!!! E pra começar, uma celebração ao dia do Amigo!!!!

Aproveitem, Tchau Tchau.




:: Programa da Semana ::

Bloco 01 - Músicos Mineiros

Canção da America - Milton Nascimento
Manuel o Audaz - Guedes, Caymmi, Novelli e Horta
Eu sou como você é - Lô Borges
O que você deixou pra mim - Telo Borges

Bloco 02 - Intérpretes

Marina de la Riva - Dos Cruces
Cio da Terra - Orquestra Jazz Sinfônica de SP
Luiza Possi - Paisagem na janela

Bloco 03 - O público também canta

Nascente - Flávio Venturini
Luiza - Ana Carolina
Planeta Sonho - 14 Bis
Tudo é você - Jota Quest

Bloco 04 - Minas Independente

Mais um dia - Terral
Psicofonia - Hello!
Que Beleza - Black Sonora
Pra terminar - Wilson Sideral


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Programa de 13 de julho


Olá galera ta no ar mais um Trilhas de Minas, e o programa dessa semana é dedicado ao dia mundial do rock, comemorado em todo o mundo no dia 13 de julho.

Essa data com certeza é lembrada e celebrada pelos verdadeiros apreciadores do bom e velho rock´n´roll. No dia 13 de julho de 1985 aconteceu simultaneamente em Londres e na Filadélfia o Festival Live Aid, um evento contra a foma na Etiópia, que reuniu grandes nomes do rock, como Duran Duran, Santana, Bob Dylan The Who e Queen.

E foi por causa dessa ação conjunta de roqueiros, que 13 de julho foi oficializado como o Dia Mundial do Rock.

E nós não poderíamos deixa de preparar uma homenagem mineira ao dia mundial do rock. Uma seleção musical que realmente faz jus a essa data!!!

Então aumenta o som que isso aí é rock´n´roll do melhor e fabricado em Minas Gerais!


Programa da semana:

Descendo as montanhas - Zippados
Wilsom - Wilsom Sideral
? - Tianastácia
Lugar Comum - Enne
Por que não tentar de novo - Udora
A calma da alma - Concreto
Vou te mostrar - Virna Lisi
Quase nada - Radar Tantã
Dar um tempo também faz a cabeça - Somba
Duend´s - Cartoon
Dança dom Devas - Calix
Os cinco sentidos - Bizarro
Eu juro - Impar
O Silêncio - Monno
Intuição - 9ora
Yabá - PexbaA

O Boi

Vídeo-arte sobre a saga do boi rosado pela cidade.

Programa de 4 de julho


Fala galera, está no ar o programa Trilhas de Minas dessa semana. A seleção de músicas está muito boa.

Confira:

Bloco 01 - Músicos Mineiros

Instrumental - Marujada do Serro
Brincadeira de terreiro - Congo de Justinópolis
Promessa do sol - Milton Nascimento
Feira livre - Claudio Nucci
Sutilmente - Skank

Bloco 02 - Intérpretes

O que foi feiro devera - Elis Regina
Macunaíma - Clara Nunes
Gostava Tanto de Você - Jota Quest
Tocando em frente - Ana Carolina

Bloco 03 - O público também canta

Calix Bento - Milton Nascimento
Para Lennon e McCartney - Lô Borges
Gabriel - Beto Guedes

Bloco 04 - Minas Independente

Floresta - Menina do Céu
Tenho todos os galhos da minha árvore voltados para o solo - Cartoon
Itacaré - Bruno Grossi
Nameless - Jey

Festival de Inverno Ouro Preto e Mariana 2009



CONCURSO DE POEMAS


"O chão da nossa terra" é o tema escolhido para o concurso de poemas que a Curadoria de Literatura do Festival de Inverno Ouro Preto e Mariana 2009 acaba de abrir.

Os poemas devem ter uma lauda e ser escritos em fonte Times new Roman, tamanho 12, sem espaço entre linhas. Ao final do texto, colocar nome, cidade onde mora e idade (em caso de menores de 18 anos).

Para participar, basta enviar seus poemas e os dados pedidos para o e-mail literaturafestinverno@hotmail.com. No título do e-mail, favor escrever "Concurso de Poemas". Os cinqüenta poemas selecionados serão impressos e distribuídos durante o Festival.


Seleção de músicas

E aí galera, o programa Trilhas de Minas da semana está no ar. Teremos na programação vários artistas mostrando suas composições e versões.

Confira:

Bloco 01 - Músicos Mineiros
Sepultura - Kaiowas
Pato Fu - Nada original
Marina Machado - Simplesmente
Os Borges - Pros Meninos

Bloco 02 - Intérpretes
Zippados - Para Lennon e Mcartney
Soulfly - Zumbi
Chico e Milton - O cio da terra
Jobim Trio e Milton - Tudo que você podia ser

Bloco 03 - Público também canta
Tianastácia - O sol
Vander Lee - Chilique
Seu Jorge e Ana Carolina - Pra rua me levar
Beto Guedes - Maria Solidária

Bloco 04 - Minas Independente
Braia - Juras e Promessas
The Paula - Lembre-se de não esquecer
Somba - O dono da bola
Nove Ora - Tá tudo errado
Tuatha de Danann - Land of youth

I Arraial do Boi Rosado em Belo Horizonte


Vida é multirão, de todos por todos, remexida e temperada ( Guimarães Rosa)





Próximo dia 27 de junho( sábado), data em que se comemora o aniversário do escritor Guimarães Rosa,das 14 às 18:00 horas , poetas, artistas e simpatizantes do Boi Rosado estarão concentrados no Parque Municipal de Belo Horizonte (região central) para participarem do I Arraial do Boi Rosado. Na ocasião será comemorado o 1º aniversário de nascimento do Boi Rosado e o 101º do escritor Guimarães Rosa.

Participe com sua família da alegria do Boi Rosado, trazendo ou não seu intrumento musical ou fantasia.(ver programação abaixo)


........Bruno Grossi com o Boi Rosado no II Paz e Poesia........



Diane Mazzoni com o estandarte do Boi Rosado no II Paz e Poesia


PROGRAMAÇÃO:

14:00 – Lançamento do exposição poética" O sertão é do tamanho do Mundo" na Praças dos Partins ( ao lado do Teatro Francisco Nunes)

14:30 - Organização para quadrilha e o cortejo do Boi Rosado na Praça dos Fundadores (aberta a participação do público)

15:30 – Cortejo da Praça dos Fundadores até Praça dos Patins (ao lado do Teatro Francisco Nunes)

16:00 – Quadrilha e forró com a participação do público na Praça dos Patins

16:40 - Contação de história (acompanhadas de pipocas quentinhas)

17:00 – Roda de ciranda com participação das Parteiras do Boi Rosado e de público

17:30 – Confraternização(parabéns),distribuição de flores e mudas de árvores e despedida

PARTICIPAÇÕES:Renan do Acordeon e convidados,Grupo Miguilim,Grupo Caminhos do Sertaõ, Parteiras do Boi Rosado, Semente de Poesia,Terça Poética, ColetiVoz,Belô Poético...

OBSERVAÇÃO: Os interessados em participar da quadrilha , entrar em contato com Bruno Grossi ou Severino Iabá para maiores informações. Bruno Grossi 031- 25356642/ Severino Iabá - 91711314


REALIZAÇÃO:

Amigos e Simpatizantes do Boi Rosado

APOIO:

Restaurante Dona Preta - comida caseira
SindUte - subsede Betim
M'Boitatá Arte & Antiguidade
Fundações de Parques Municipais de Belo Horizonte
Jirau dos Iabás
Instituto Imersão Latina - IMEL,


EXPOSIÇÃO POÉTICA

Os Amigos e Sinpatizantes do BOI ROSADO, abrem participação para poetas que desejam expor na festa de aniversário do Boi Rosado e de Guimarães Rosa.

Enviar uma poesia, urgente, tendo como tema a frase de Guimarães Rosa:
"O sertão é do tamanho do mundo".

Observação: A poesia tem que caber, com letra 14 ou maior
em uma folha tamanho A4, na VERTICAL, pois vai virar uma bandeira de São João.
Serão expostos os 25 primeiros poemas enviados. Colocar como assunto do e-mail "poema boi" direcionada a elianevelozo@terra.com.br. Dúvida/33756183

Fé dos compositores Mineiros

Confira o programa da semana com uma seleção de músicas que aborda a fé dos compositores mineiros.

Espero que gostem.

Tchau Tchau.

Programa da Semana

E aí galera, confiram o programa da semana!!!!


Bloco "Clube da Esquina"
Beto Guedes
Lô Borges
Milton Nascimento
14 Bis

Bloco "Nova Geração"
Vander Lee
Marina Machado
Érica Machado
Wilson Sideral

Bloco "Público também canta"
Skank
Jota Quest
Ana Carolina

Bloco "Minas Independente"
Black Sonora

Fim de Semana Cultural em Sabará

A Escola Estadual Coronel Adelino Castelo Branco, localizada na histórica cidade mineira de Sabará, inaugurou, no último sábado, dia 23 de maio, o seu ginásio poliesportivo. O ginásio é uma grande conquista para a escola, que vem crescendo com o esforço da Diretora, Marisa Teixeira, da vice-diretora, Flávia Honorato, do supervisor, Gabriel Binyocz, de toda a equipe de professores e funcionários e também de parceiros, como o vereador, Ricardinho.

Para a inauguração foi preparada uma grande festa, que contou com a participação da banda da Sociedade Musical Santa Cecília, considerada a banda mais antiga do país, tendo sido fundada em 1781. Com os seus mais de 200 anos de existência, a banda possui músicos de várias faixas etárias, desde senhores de 80 anos, até jovens de 16, 17, 18 anos. Como é o caso da ex-aluna da escola, Aline Gonçalves, integrante da banda. A banda abriu a cerimônia tocando o Hino Nacional e, logo depois, o Padre Luis Fernando, realizou a bênção do ginásio.

Os alunos da Escola Adelino Castelo Branco também estiveram presentes para prestigiar a inauguração do ginásio e prepararam apresentações de dança, fizeram leituras de textos e homenagearam professores e ex-funcionários da escola com flores. Logo após o lanche, os estudantes puderam “estreiar” o ginásio com uma boa partida de futebol.

A escola tem uma história de muitas lutas e vitórias. Fundada em 1964, possuia apenas cerca de 250 alunos matriculados e uma infraestrutura precária, que não atendia às necessidades dos estudantes. Hoje, funcionando em outro prédio, que passou por uma reforma completa, possui mais de 500 alunos e se orgulha de ser uma escola de destaque no cenário da educação em Sabará.

Confira as fotos:
















Belvedere FM

Olá galera,

Gostaríamos de compartilhar com vocês mais uma conquista. O programa Trilhas de Minas será veiculado na Rádio Belvedere FM.

Será todo sádo de 14h às 15h e com reprise aos Domingos de 12h às 13h.

Obrigado pela participação de todos e pela força.


Poesia e Paz 2009

(Poesia, paz, amizade, cultura, solidariedade...)

A segunda edição do Poesia e Paz aconteceu no último domingo, dia 17 de maio. Os poetas se concentraram no Mercado das Flores, todos devidamente vestidos de branco. Mas, ali mesmo, o branco foi ganhando cor, letras, poesia! Uns escrevendo nos outros, unindo a poesia e a paz.

Dali partiram em passeata pelas ruas da Av. Afonso Pena, em meio a diversidade da Feira Hippie e guiados pelo alegre e contagiante “Boi Rosado”.

A caminhada seguiu até o centro da Feira, na altura da Av. Álvares Cabral, aonde os poetas se “muniram” com mais de 1.000 livros e partiram para distribuir para todos os feirantes. Em troca, receberem sorrisos, agradecimentos e com certeza muita paz.

Já com muita poesia e paz espalhada, os poetas continuaram a caminhada até se encontrarem com dois grandes mestres, Carlos Drummond e Pedro Nava. Tiraram várias fotos, trocaram versos e plantaram flores de papel.

Todos prosseguiram até a Associação Mineira de Imprensa, na Rua da Bahia. Ali os versos ganharam vida... Vários poetas subiram ao palco e declamaram, interpretaram e viveram sua arte. Além disso, várias instituições e entidades foram agraciadas com o trófeu do Poesia e Paz, um lindo protótipo de uma pomba estilizada, feita por Antônio Carlos Dayrell. Clevane Pessoa, idealizadora do Projeto, entregou a cada um a pomba da paz e também a recebeu, com todo o merecimento.

Para finalizar, todos compartilharam um delicioso feijão tropeiro, regado com muita poesia, cultura e paz.



No alto: VIKO(Levy Gomide), J.B.Donadon, Umberto (Poeta e engenheiro da SOPASA), Wilcon Miranda(Presidente da AMI), Os gêmeos Leosino e Leonildo e a namorada deste), Marco llobus e Iabá; A seguir,m de camisa verde, à esquerda: Maestro Andersen Viana, Elane, da Academia de Letras de Santo Antonio do Monte, Antonio Dayrell, o criador da mascote, J.S.Ferreira, Iara Abreu. Abaixo:o casal Diane Mazzoni, com a pomba da paz e Bruno Grossi (ambos da Revista Nota Independente, Programa Trilhas de Minas e Ilustradores do Turadinhas), a cantora e violonista Luna Mattos, Clevane Pessoa, Gabriel Bicalho (camisa branca), Terezinha Tomão, Bilá Bernardes, Angela Togeiro, Graça Campos. De vermelho, a Diretora do MUNAP, Regina Mello. Abaixados: À direira, Andreia Donadon (Presidente da ALB e Governador aRegional do inBrasCI) e Marilza Albuquerque, presidente do inBrasCI(Rio de Janeiro), Tania Diniz, Claudio Márcio e Livia Tucci, com a mascote (pomba da paz/2009)


Poetas amigos reunidos


Bruno Grossi


Corrente da paz


Iara Abreu


Diane Mazzoni


Bruno Grossi e Tânia Diniz

Poetas se divertindo com "O Boi"


Iabá ao fundo e Porta Estandarte e poeta Diane Mazzoni


Silvia Motta e Brenda com os amigos poetas

Graça Campos e Clevane Pessoa segurando a "Pomba da Paz"


Diane Mazzoni e Guimarães Rosa



Poetas se organizando

Poetas se organizando

Vários livros


Diane Mazzoni se preparando para a distribuição dos poemas


Bruno Grossi como "O Boi"


Carlos Drummond e Pedro Nava

Plantando Poesia

Clevane Pessoa

Poetas no Auditório

Léo e Léo

Bruno Grossi
Luna Mattos, Brenda Mars e Lívia Tucci


Sarau Tropeiro

Aldravistas de Mariana
J..B. Donadon-Leal , Andrea Leal, Gabriel Bicalho, Marilza, J.S. Ferreira



Antônio Carlos Dayrell, Marco Llobus, Clevane Pessoa e Cláudio Márcio Barbosa


Viko Uai Gomide declama (Santa Bárbara)

Programa da Semana - 15 de maio

Confira o programa dessa semana.

Tadeu Martins, Tizumba e Black Sonora!!!!

Aproveitem!

Confira o Programa da Semana

Confira o programa da semana.

Muitas coisas boas como Ceumar, Terral, Erika Machado, Pato Fu e Virna Lisi.

Aproveitem.

Festival Cultural neste fim de semana


Programa da semana

Confira a programação dessa semana.

Muita música e coisa boa para todos nós.

Abraço

Especial Semana Santa

E aí galera... preparamos uma seleção de músicas para homenagear a Semana Santa.

Espero que gostem.

Tchau Tchau

Programa da Semana

E aí moçada,

Está no ar o novo programa. Uma seleção de artistas e músicas para embalar a semana que acaba mais cedo.

Um grande abraço!

Especial CLARA NUNES

Resolvemos republicar a matéria sobre a homenagem que fizeram para Clara Nunes em São João Del Rei. Uma homeganem muito bonita e organizada. Estivemos lá fazendo a cobertura e fazendo entrevistas. Aproveite.

21 o Inverno Cultural de São João Del Rei


por Diane Mazzoni, Bruno Grossi e Marina Mazzoni



O escurecer se aproxima e nós ainda na estrada. Muitas serras e verde por todo o lado. A lua rosada representa o que de melhor está por vir na cidade de São João Del Rei.


Ao entrar nessa aconchegante cidade, cheia de histórias, nos deparamos com uma imensidão cultural, espalhada por entre as ruas, igrejas, paralelepípedos, casas históricas, árvores e pessoas receptivas.


Com a noite, chega também o frio. Mas, nem por isso, o público se esfria. Muito pelo contrário, todos aquecem seus corações e marcam presença no 21 o Inverno Cultural de São João Del Rei. Na noite de sexta-feira, dia 18 de julho, Maria Rita sobe no palco e é extremamente bem recebida pelas mais de 6.000 pessoam que estiveram presentes para prestigiá-la. Todos bem agasalhados e animados, prontos para dançar e cantar, guiados pela bela voz da cantora. Maria Rita sente o friozinho de São João Del Rei, mas nem assim larga o hábito de se apresentar descalça, lembrando a homenageada dessa edição do Festival de Inverno de São João Del Rei, Clara Nunes, que também encantava a todos com os seus pés no chão. Entre sambas de consagrados compositores brasileiros e também através da interpretação de músicas de novas promessas da música popular brasileira, Maria Rita faz todos se soltarem e dançarem...

Confira e sinta um pouco dessa noite!





Foto: Netun Lima




Foto: Netun Lima




Foto: André Fossati




Foto: André Fossati






Público



A manhã traz junto o sol escaldande. Vamos direto para o Centro Cultural de São João Del Rei visitar a exposição com objetos pessoais de Clara Nunes. Com os pés na areia, podemos conhecer um pouco mais sobre a vida da cantora. Vestidos suspensos no ar, sandálias, capas de discos e um vídeo que conta a história da cantora, fazem todos entrar no ritmo de Clara Nunes e do Festival.















Para melhorar ainda mais, nos encontramos com a professora Silvia Maria Jardim Brügger, historiadora e coordenadora da homenagem do 21 o Inverno Cultural. Fizemos uma entrevista para saber um pouco mais sobre essa homenagem e o ícone Clara Nunes. Confira:


Professora, de onde surgiu e por quê o tema Clara Nunes?


Silvia:. O tema Clara Nunes vem para o Inverno Cultural como uma forma de falar a partir da Clara. Quer dizer, é tomar aquilo que pra ela era extremamente significativo, a valorização da cultura brasileira, a diversidade da cultura brasileira, a negritude da cultura brasileira e, a partir da obra e da trajetória dela, falar dessa pluralidade da cultura brasileira. Então, na verdade, não é apenas exaltar uma artista brilhante, excepcional e tudo mais, mas partir dela para falar de um Brasil tão rico culturalmente.




De onde o estudo que foi feito pode realçar detalhes interessantes sobre a vida de Clara Nunes?


Na verdade, eu tenho um projeto de pesquisa sobre a Clara, sobre a vida e a obra dela, que acabou se tornando meu projeto de pós-doutorado e a gente tem trabalhado com aspectos bastante diversos. Primeiro, acho que um ponto interessante é perceber a própria dinâmica dessa trajetória. Alguém que começa como uma cantora romântica, cantando bolero, samba canção. Continua como uma cantora romântica porque ela vai, inclusive, cantar sambas extremamente românticos depois, mas, a partir de 70, ela dá uma guinada nessa trajetória, dá um norte na sua carreira, a partir dessa busca de valorização de uma cultura popular autêntica. Que, por outro lado, ela já trazia de berço porque o pai dela era folião de reis. E a gente tem uma figura que foi significativa nessa guinada da carreira dela, que é o radialista Adelson Alves, que passou a produzir a carreira da Clara nesse momento. Adelson Alves de formação socialista. Então, você tinha nesse período toda uma discussão acerca da importância política de se valorizar a cultura popular. A gente tem esse encontro feliz de uma postura política socialista com alguém que trazia essa experiência do popular. E aí a construção de uma carreira que vai cunhar uma marca visual muito forte. A Clara cantava muito bem, interpretava muito bem, mas ela tinha uma performance de palco fantástica, ela se vestia de uma determinada forma, ela usava adereços. Tudo isso para contribuir no sentido da transmissão dessa mensagem que ela entendia como algo tão significativo. Ela entendia que o canto era uma missão. Quer dizer, a música “Minha Missão”, do João Nogueira e do Paulo César Pinheiro, fala muito dessa percepção da Clara, de que o canto era uma missão política, uma missão religiosa. Quer dizer, eu não canto à toa, eu nasci para cantar.



E teria uma música que marca a fase madura desse trabalho de Clara Nunes?


É difícil falar de uma música. Acho que tem várias músicas que são significativas. “Nação”, do João Bosco, Aldir Blanc, Paulo Emílio, que dá título ao último LP dela, é uma música que cunha muito bem essa idéia de uma nação mestiça, negra, uma nação que vai ser cantada a partir de um mito gêge, de oxumaré. Contos de Areia é uma outra música também, do Romildo e Toninho, que marca o “boom” da Clara, é o LP que dá uma guinada em termos de vendagem de discos. Mas é muito difícil falar de uma música só.



Fala um pouco sobre a relação de Clara Nunes com a região da fábrica em que ela trabalhava, na Cachoeirinha, em Belo Horizonte.


A Clara é interessante porque ela gostava de ser reconhecida como uma operária da música brasileira e ela começou sua trajetória como operária. Primeiro, em Caetanópolis, na Serra da Cachoeira e, depois, em Belo Horizonte. Então, ela também conhecia esse lado. Acho que esse é um dado importante. Quer dizer, quando ela vai cantar a dificuldade da vida do trabalhador “Não é mole não, acordar segunda-feira pra ganhar o pão”, ela sabe exatamente do que ela está falando. Então, de operária na indústria têxtil. Aliás, toda a família, o pai dela já trabalhava na fábrica, os irmãos vão ter essa trajetória também. Então, eu acho que isso é muito significativo. Eu digo que a Clara, o que ela cantava, ela vivia. Isso também traz um diferencial no canto dela porque ela tem essa vivência de alguém que tem na sua trajetória essa experiência da vida de operária.



Professora, deixa uma mensagem do que seria então essa sua descoberta sobre Clara Nunes.


A mensagem que a gente pode deixar é um convite, talvez, para que todos ouçam mais a Clara, revisitem o seu repertório. É uma obra muito rica, com uma potencialidade enorme. Acho que a gente como professor tem uma preocupação muito grande, a gente tem hoje uma lei que torna obrigatório o ensino da cultura e da história africana e afro-brasileira. A trajetória e o repertório da Clara são fantásticos para se desenvolver inúmeros projetos pedagógicos nesse sentido. Então, eu acho que o convite é esse: ouçam mais a Clara e entrem nesse universo da brasilidade que ela cantou.



Depois da entrevista, fomos direto para o ensaio do “Mucambo”, grupo de tambor local que se preparava para encontrar com Maurício Tizumba, mestre dos tambores. Lá, registramos cenas enérgicas em um clima de puro folclore e reginalismo. Os tambores do grupo e a voz de Tizumba ecoaram por entre as árvores que compunham o local extremamente propício para a realização de uma bela e simples apresentação.






Aproveitamos a oportunidade para conversar com Tizumba, que nos contou sobre sua vinda à São João Del Rei e sobre a sua participação no musical “Clara Estrela”, especialmente montado para o Festival de Inverno.


Tizumba, fala um pouco pra gente sobre essa arte, que não precisa ter um discurso anterior, ela chega, interage e, a cada dia, traz mais pessoas para estar participando. E como um Festival de Inverno como esse de São João Del Rei propicia que mais gente tenha acesso a essa arte que comunica com as raízes, com a terra do povo mineiro.


Clara Nunes é uma pessoa que realmente faz um mapa dessa cultura popular brasileira, dessa cultura de raiz. Porque ela cantou de tudo, de todos os cantos do Brasil. Então, quando se trata de cultura popular brasileira, se você não estiver na raiz, você não está em lugar nenhum. E quando você bota a cultura popular na rua, ou num teatro, grande teatro, pequeno teatro, num teatro de arena, onde for, não carece de explicação. Batuca ou canta e deixa a interpretação chegar nas pessoas, chegar no coração das pessoas. Cultura popular não tem muito o que ficar explicando, porque se você explicar ela deixa de ser popular.



Agora, fala um pouco também sobre o espetáculo Clara Estrela, que foi criado para contar um pouco sobre a história de Clara Nunes, que está em cartaz aqui e em São João Del Rei e também sobre a possibilidade desse espetáculo ir para Belo Horizonte.


Pra mim, seria uma honra poder levar esse espetáculo pra Belo Horizonte, até porque é um espetáculo muito lindo, muito importante, que fala da trajetória da Clara Nunes, desde ela saindo de Belo Horizonte, como uma grande cantora, chegando a ganhar o troféu da voz de ouro do Brasil, no Rio de Janeiro. Numa época em que tudo era muito difícil, numa época em que a mulher não tinha essa voz toda. O Adyr Assumpção, que dirige o espetáculo e que idealizou esse espetáculo, me chamou para fazer essa ponte teatral dentro do espetáculo, chamou a Rita Medeiros, que é uma das melhores cantoras líricas que temos em Belo Horizonte, que se adaptou para trabalhar a música popular. Juntou com os alunos da escola de música aqui de São João Del Rei e criou esse espetáculo que vem exatamente narrar a história de uma Clara Nunes que as pessoas não conhecem. Porque a Clara cantou desde Vinícius de Moraes, Chico Buarque, Jadir Ambrósio, que é um compositor de Belo Horizonte, que tá vivo em Belo Horizonte até hoje. Cantou todo mundo, de todas as épocas. Então, o Adyr Assumpção conseguiu fazer um mapa dentro desse espetáculo de músicas que as pessoas nem imaginam que a Clara cantava, músicas com grau de dificuldade muito grande, músicas de uma poesia linda. Ela era totalmente ligada à raiz, ligada à umbanda, ligada à essas manifestações religiosas de matriz africana. Raiz que não precisa da gente ficar explicando, é só observar e deixar o coração entender isso. O espetáculo, Clara Estrela, que o Adyr Assumpção criou e o festival abraçou é um presente, é um grande presente porque é uma aula de música popular brasileira, de música de raiz.



E para encerrar a nossa visita à cidade de São João Del Rei e a nossa participação no Inverno Cultural, nada como conversar com o Pró-Reitor de Extensão e Assuntos Comunitários e Coordenador do 21º Inverno Cultural da UFSJ, Alberto Tibagi.



O tema do 21º Festival de Inverno Clara Nunes extrapola a homenagem e cria o clima de fusão com as raízes culturais do nosso povo. Qual foi a determinante para a escolha do tema?


Sempre tem vários motivos para a escolha da homenagem, esse é o quarto ano que a gente faz algum tipo de homenagem durante o inverno cultural. Por que essa escolha pra esse ano, “Clara Nunes - Tributo a um Brasil Mestiço”?. Em primeiro lugar, a gente pode falar que a família da Clara tem está muito feliz pelo fato de uma instituição de Minas Gerais se reapropriar de uma grande artista mineira. Porque, muito frequentemente, a Clara é vista como uma cantora carioca ou baiana porque ela gostava de cantar samba, ficou conhecida pelo samba. Mas ela é mineira. A Clara era uma cantora mineira e que no seu repertório trazia uma pluralidade, isso é muito importante pra gente. Acho que esse é um outro motivo. Um princípio do Inverno Cultural é a idéia da pluralidade cultural. E a Clara com o seu repertório, com o seu modo de cantar, traz nela e na sua obra, essa idéia de pluralidade, que é muito presente no Estado de Minas Gerais. Claro, que é presente também em todo o nosso país, se a gente pensar no país como um todo. Mas em Minas isso é muito claro. Já virou lugar comum dizer que Minas são muitas. Então, isso está presente na obra da Clara, ela cantou bolero, ela cantou forró, ela cantou ponto de macumba, samba. Enfim, ela cantou realmente uma enorme diversidade de músicas. Isso então foi um outro motivo. E o terceiro grande motivo é que nós temos uma professora dentro da nossa universidade, que é a professora Silvia Brügger, que está terminando o seu pós-doutorado sobre a obra da Clara, que organizou com a autorização da família todo o acervo da Clara Nunes, objetos pessoais da Clara, alguns documentos que estão lá, fotos. Então, era mais do que evidente que nós tínhamos tudo para fazer uma boa homenagem.


Bom, deu para notar que o tema foi suave, foi gostoso, abriu maior possibilidade de integração. Você sentiu diferença desse inverno em relação aos anteriores?


Antes eu preciso dizer uma coisa que é a nossa crença em relação ao Inverno Cultural. O Inverno Cultural é um programa de extensão da nossa universidade. Não é um evento que vem, invade a cidade e não deixa nada. Nós sempre primamos por fazer um trabalho em diálogo com a comunidade e acreditamos que isso é parte da identidade do Inverno Cultural. O Inverno é pensado pra ser elaborado, executado e deixar coisas para a cidade. Vou dar um exemplo rápido. A turma que fez uma oficina de palhaço, já criou um grupo só de palhaços na cidade. Se não for assim, qual o sentido do inverno cultura? É claro que é importantíssimo a gente trazer turistas, para que os turistas conheçam a cultura da região, para que a gente conheça a história que o turista traz para a nossa cidade. Mas a gente precisa deixar coisas plantadas, sementes. A cada ano realmente aumenta, ao nosso ver, a integração entre a universidade e a nossa comunidade. Por isso, esse é o segundo ano que nós fazemos uma tenda, porque muitas pessoas não se aproximam da universidade porque elas acham que universidade federal é coisa de rico. Não é. A nossa universidade pelo menos é uma universidade para trabalhadores, quase todos os nossos cursos são noturnos. E o Inverno Cultural faz questão de manter isso. Então, nós fazemos um evento lá no teatro municipal, que tem mais de cem anos, que é do século XIX, e a pessoa acha que o sapato que ela tem não dá pra ela entrar dentro do teatro municipal, que ela não estudou o suficiente para ir assistir uma palestra dentro da universidade. Mas se a universidade fizer essa palestra na tenda, a pessoa vai. Ela se sente a vontade de ir lá participar do evento. Então, por exemplo, na tenda teve um evento de hip hop, mas também teve o Trio Amaranto que é de música popular brasileira, mas também tem concerto de música erudita, tem peça de teatro, tem espetáculo de palhaço, tem declamação de poesia. É isso, a tenda é um espaço para todas essas coisas. Tem que ter a pluralidade do inverno cultural dentro da tenda. Música erudita, hip hop, seja lá o que for.


Não querendo te deixar em situação apertada, qual foi o grande momento do festival até agora e qual será o grande momento até o final.


Nós temos muitos momentos muito emocionantes, eu sinceramente teria muita dificuldade. A nossa exposição aqui está belíssima, eu convido a todas as pessoas a virem assistir, quem puder se deslocar até São João Del Rei, ela fica até o dia 13 de agosto, não vai se encerrar com o Inverno Cultural. A exposição é muito emocionante, a peça em homenagem a Clara também é muito emocionante. Certamente, a gente vai ter outros momentos muito emocionantes. Mas eu cofesso que os momentos que mais me deixam felizes são os momentos em que eu vejo uma pessoa de enorme simplicidade entrar nos nossos eventos. Confesso que quando chega uma pessoa na tenda e me pergunta “eu posso entrar?”, “paga pra entrar?”. Aí eu falo “não”, ela “tem certeza?”, eu falo “pode entrar, pode vir daqui uma hora que o evento é gratuíto” e essa pessoa volta. Isso me deixa muito feliz. Acho que esses pequenos momentos do cotidiano, da participação da comunidade, de saber que um grupo é formado após uma oficina, de saber, como aconteceu alguns anos atrás, uma pessoa que era da APAE, tinha exposto seus quadros em um restaurante e vendeu todos os seus quadros. Esses são para mim os momentos mais felizes do inverno cultural.

Programa da Semana

E aí galera!!!

Está no ar o programa da semana. Fizemos uma bela seleção de músicas mineiras para alegrar o seus dias.

Agora é só ouvir!!

Tchau Tchau!!!

Especial Tadeu Martins

Olá galera,

O programa dessa semana homenageia o poeta e contador de causos Tadeu Martins. O recebemos em nossa casa para uma conversa que foi super gostosa e inspiradora.

Tadeu Martins acaba de lançar o CD "CAUSOS, CORDAS E CORDÉIS"

Ouça o programa agora e conheça um pouco mais sobre o trabalho de Tadeu Martins!

Um abraço.


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Clara Nunes

Ei Pessoal,

Resolvemos postar a reprise do programa da Clara Nunes, gravada no Festival de Inverno de São João Del Rei.

Um programa recheado de coisas boas e entrevistas.

Abraço e aproveitem.

2009

E aí moçada, começamos o ano com uma conquista ótima. Apresentar o programa na Rádio Nova Lima FM.

Isso foi muito bom pois podemos alcançar o maior número possível de ouvintes, e com isso dar um pouco da nossa alegria, do nosso estado maravilhoso que é Minas Gerais.

o primeiro programa fizemos uma seleção especial. Mostrando um pouco do Clube da Esquina, dos Novos Artistas e dos Independentes!!!!

Confira o programa da semana passada. Trilhas de Minas #01.


Bloco "Clube da Esquina"
Beto Guedes
Lô Borges
Milton Nascimento
14 Bis

Bloco "Nova Geração"
Vander Lee
Marina Machado
Érica Machado
Wilson Sideral

Bloco "Público também canta"
Skank
Jota Quest
Ana Carolina

Bloco "Minas Independente"
Black Sonora

Trilhas de Minas

Trilhas de Minas. Um programa que pretende revelar Minas Gerais através das músicas de cantores e compositores mineiros. Todo o espírito dessa gente e dessa terra cheia de peculiaridades e tão encantora. Em cada programa, uma nova seleção de artistas. E em cada música, um pouco mais sobre Minas Gerais.

Produção e apresentação: Diane Mazzoni & Bruno Grossi